A decisão de se tornar um doador de sêmen é, acima de tudo, a decisão de criar novas possibilidades. No Brasil, esse processo é rigorosamente regulamentado para garantir a segurança de todos os envolvidos. Se você tem dúvidas sobre como funciona, quem pode participar e quais são as regras, este guia é para você.

Como funciona o processo de doação?

Diferente do que muitos pensam, a doação de sêmen não é um evento único, mas um processo cuidadoso dividido em etapas:

Cadastro e Pré-Seleção: O interessado entra em contato com a CrioBrasil e fornece informações básicas sobre saúde e histórico familiar.

Triagem Rigorosa: Se aprovado na fase inicial, o doador passa por uma bateria de exames (clínicos, laboratoriais, genéticos e infecciosos) sem custo algum.

Avaliação da Amostra: O sêmen é analisado em laboratório para garantir que possui a qualidade e a motilidade necessárias para os tratamentos de reprodução assistida.

Coletas: Após a aprovação total, as coletas são agendadas seguindo protocolos éticos e de biossegurança.

Quem pode ser um doador?

De acordo com as normas do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da ANVISA, os critérios básicos são:

Idade: Homens entre 18 e 45 anos.

Saúde: Não possuir doenças infecciosas ou doenças genéticas hereditárias conhecidas.

O anonimato e a ética

No Brasil, a doação de sêmen é obrigatoriamente anônima. Isso significa que o doador não saberá quem recebeu sua amostra, e a família receptora também não terá acesso à identidade do doador.

Além disso, a doação é um ato voluntário. A legislação brasileira proíbe a comercialização de gametas.

Por que ser um doador na CrioBrasil?

Ao escolher a CrioBrasil, o doador conta com uma estrutura de ponta e o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar. Além do impacto social de ajudar na formação de novas famílias, o doador recebe um check-up de saúde completo e detalhado, incluindo testes genéticos modernos.